sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

JOSUEH BARRETO: Um novo olhar literário sergipano

 








Josueh Barreto é um artista sem igual, além de cantor e compositor é escritor, até como modelo já fez ensaios de pirar as garotas da sua geração. Em 2015, é um dos formandos em Ciências Contábeis pela Unit, o que demonstra a genialidade e maestria desse cara. Hoje, a JHS Publicações entrevistou o futuro autor do seu mais novo lançamento para 2016. Veja:

1. JHS Publicações - Primeiro, conte-nos de onde você é, como foi sua infância e como descobriu o gosto pela arte, nesse caso a literatura.
 
JB – Eu nasci em um pequeno povoado chamado Genipapo, localizado no município de Lagarto, distante 80 quilômetros de Aracaju. Tive uma infância difícil. Pais analfabetos e ainda por cima, separados. Estes tiravam o sustento da própria terra ou até mesmo do trabalho braçal em terras alheias. Porém, mesmo com toda a dificuldade, foi possível criar, aos trancos e barrancos, a prole de 7 filhos do qual eu sou o de número 5 na ordem cronológica. Descobri ainda na infância a oportunidade de crescer por meio dos estudos. Porém como minha mãe sempre estava de mudança, eu não conseguia dar continuidade as atividades estudantis, e sempre perdia o ano. Porém, aos quinze anos, decidi que não mais acompanharia a minha mãe e fui procurar outros meios para estudar na capital, onde morei na casa de conhecidos e desconhecidos, a fim de concluir meus estudos. Por fim, conclui. E aos dezenove, quase vinte, finalizei meu ensino médio (uma das minhas maiores conquistas). Juntamente com os estudos a leitura vinha sempre em paralelo. Sempre tive interesse em ouvir histórias. E não há forma mais prazerosa de conhecer uma história senão lendo. Cada livro era uma viagem. A leitura para mim é um mundo paralelo, que, às vezes, tem mais sentido do que o mundo real. 
 
2. JHS Publicações - Atualmente, você é formando em Contabilidade, há quem diga que é divergente essa área para artistas, o que você diz a respeito?
 
JB – Não há divergências nem disparidades na vida. Tudo vale como experiência. Nada é inútil. Uma hora ou outra precisarei dos meus dons contábeis adquiridos na academia. Até um artista precisa de um contador. Eu o sou. As ciências contábeis me guiaram para a arte da literatura de uma forma que talvez a literatura não conseguisse fazer. A ausência a fez presente. O importante é manter o foco na vida. E procurar fazer da vida o que melhor considerar. Dos momentos bons trazemos lembranças, dos ruins, experiências, isto é, NUNCA perdemos NADA. A formação acadêmica não me faz tão bom profissional como a falta de estudo me faz artista. 
 
3. JHS Publicações - Qual a sua visão sobre a cultura em geral e a forma como sua geração encara a leitura e os livros? 
 
JB – Eu vejo a cultura, muitas vezes, como um ato separatista. Embora lutemos diariamente contra o preconceito, o que vemos é um amante de uma determinada cultura menosprezar a outra. Seja um estilo musical, ou até mesmo uma opção religiosa (candomblé). Acredito que aquele que diz amar a arte e a cultura, deve, antes, despir-se de todo invólucro de rotulagens sobre essa ou aquela cultura. A manifestação cultural é um ato social milenar, além de ser um direito de todo cidadão. Mas como todas as outras práticas, o respeito de vir antes de tudo. Quanto à relação dos jovens com a leitura, eles podem até ‘encarar’ o livro, contudo, não ‘enfrentam’ a leitura. E por isso, deixamos de construir mentes pensantes. No Brasil não criamos a cultura e ler por prazer. Os jovens acham um ‘saco’ ler. E com isso deixa de conhecer seu passado e enterram seus futuros. Passam por cima das cinzas de seus ancestrais e não deixam nada de produtivo para a sociedade e para os seus descendentes quando se vão. Uma coisa digo: Quem lê é mais feliz. 
 
4. JHS Publicações - Qual a sua aptidão na escrita (romance poesia, textos jornalísticos...)? E por quê?
 
JB – Considero-me romancista. Escrevo estórias e histórias. Tenho a sensibilidade de observar e transmitir um enredo. Gosto da história contada passo a passo. Surpreendo a mim mesmo enquanto escrevo e quero passar isso para o meu leitor. Adoro comover, emocionar e surpreender. 
 
5. JHS Publicações - Existe alguma técnica de escrita que você usa para criar seus textos?
 
JB – Não chamaria de técnica, mas busco nas artes cênicas algumas inspirações. Lanço mão do teatro do absurdo para tornar a leitura atraente e contagiante. Procuro descrever o dia a dia de forma que possa ser compreendido. Escrevo de forma simples, mas tento despertar no leitor uma sensação de comicidade dentro da tragédia. Sirvo-me tanto da experiência teatral prática quanto da teórica.
 
6. JHS Publicações - Você se inspira em algum livro ou autor? Quais técnicas de estilo você considera importante para escrever na atualidade?
 
JB Busco sim inspirações em grandes escritores, sejam eles passados ou presentes, como por exemplo, o Nelson Rodrigues, Rui Barbosa, Ariano Suassuna, Machado de Assis, Paulo Coelho, entre outros. Acredito que para a literatura não existe passado presente nem futuro. A leitura segue a linguagem e linguagem está em ininterrupto movimento. A leitura de dois séculos atrás era atual à época, assim como é hoje e no futuro será, portanto o que vai mudar é apenas o tema que será abordado, seja um ficção, seja um caso verídico, ou um documentário. 
 
7. JHS Publicações - Atualmente, não se tem uma escola ou movimento literário que suceda o Modernismo, sendo toda e qualquer manifestação artística chamada de Pós-Modernismo ou Literatura Contemporânea. Em sua opinião, quais as tendências da arte no momento atual?
 
JB Não vejo mal nenhum naqueles que adotam determinado movimento ou seguem determinada escola, isso para mim é só um divisor de estilo. Eu acredito e defendo um único movimento, o literário. Sem pensar em Modernismo, Pós-moderniso ou Pós-pós-pós-modernismo (risos).
 
8. JHS Publicações - Que escritor contemporâneo você considera importante como difusor das tendências literárias atuais?
 
JB – Eu citaria Nelson Rodrigues, mas isso poderia parecer tendencioso, já que tenho um pezinho no teatro (risos) e talvez não parecesse tão contemporâneo assim. Quanto a difusão de tendências, buscarei apenas parâmetros que partem do meu ponto de vista. Logo oficialmente, cito Paulo Coelho, pois para mim, é um autor que torna o complexo simples e vice-versa. Suas obras fascinam. Sua forma de conduzir e desenrolar a trama faz com que o leitor leia uma mesma obra duas vezes, ou mais, como se estivesse lendo pela primeira vez. Fascinante. 
 
9. JHS Publicações - Você considera o Brasil um país com acesso à leitura? O que você analisa sobre o incentivo à leitura e à publicação de livros?
 
JB – Serei sucinto, porém sincero. Quanto ao acesso à leitura, não há o que reclamar. Há bibliotecas públicas, feiras de livros, bibliotecas nas escolas públicas com acervos riquíssimos, bibliotrocas (locais onde levamos um livro e trocamos por um do nosso gosto) etc. O que falta é o INTERESSE em ler. Com relação ao mercado de publicação, ainda não tenho muito conhecimento empírico. Pois estou lançando meu primeiro livro agora. Em breve, outros virão e esse pergunta pode ganhar mais conteúdo...
 
10. JHS Publicações - Você acha que pode chegar a viver de vender livros? Como você imagina ser o caminho a percorrer até chegar a esse objetivo?
 
JB – Viver da venda de livro pode até ser interessante, porém não havia pensado nisso. Na verdade, sou alguém que busca viver de arte. E escrever para mim é uma delas. Ganhar dinheiro. Preciso e quero. Mas em primeiro momento não é nisso que penso. Penso em fazer minha obra ser lida, conhecida e quiçá vivida pelas pessoas. Quero que leiam e deem seus pontos de vista pessoal sobre o trabalho. E acredito que em qualquer profissão, se fizermos algo pensando no retorno financeiro talvez nos frustremos n vezes, porém se nos dedicarmos a fazer nosso trabalho com excelência, amor e dedicação, o retorno financeiro será garantido e quase imperceptível. 
 
11. JHS Publicações - Em Sergipe você consegue prever algum futuro promissor para os novos escritores? Quais as chances e o que fazer para alcançar o sucesso em um estado que tem pouco a oferecer em incentivos culturais?
 
JB – Eu creio que quando nós queremos realizar algum sonho e as oportunidades são poucas ou quase nenhuma em determinado local, nesse caso Sergipe, nós detentores deste sonho, devemos fazer acontecer, nem que pare isso tenhamos que abandonar nosso berço. Sergipe é a menor Unidade Federativa do Brasil, porém não é somente a sua extensão territorial que é limitada. As chances e oportunidades, não só para os escritores, como também para outras vertentes artísticas e culturais, são fracas quando não, inexistentes. Querendo ou não, precisamos recorrer a algum recurso midiático para a divulgação do nosso trabalho, e isso, muitas vezes, faz com que tenhamos que bater asas e voar para o local mais propício ao sucesso do nosso empreendimento. Não podemos nos limitar nossos sonhos. Penso em crescer do centro para as bordas, pois é muito mais difícil ter um trabalho reconhecido tentando o movimento contrário, assim penso eu. 
 
12. JHS Publicações - Para finalizar, o que você diz do livro Cinquenta Tons de Cinza, que começou pela auto publicação e conquistou o público chegando até a produzir filmes. Você considera uma obra de qualidade literária ou apenas um livro de uma geração em busca de entretenimento?
 
JB – Recorrendo ao apogeu da minha sinceridade, não tive acesso à obra literária. Tomei conhecimento do trabalho apenas por meio dos ‘críticos’ e amantes da cinematografia. Não sabia que a obra tinha ganhado espaço por meio da auto publicação. Para mim, independente ser uma obra feita com a única finalidade de entreter, vale salientar que alguém criou e dedicou tempo e esforço para trazê-la ao conhecimento do público. Independente de gostar ou não, aprecio toda e qualquer obra. Creio que a qualidade daquilo que produzimos vem do respeito que queremos obter do leitor. Apenas ele avaliará a qualidade. Devemos respeitá-lo. Pode ser uma obra supérflua, ou não. Seu efeito pode ser passageiro, ou não. Cada história traz uma dose de mistério. É possível que pela falta de sensibilidade não consigamos fazer o leitor desvendar esse mistério e leia apenas ‘palavras’.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

LEITURA NO VAGÃO: Um projeto de Difusão Cultural do Livro

 

Leitura no Vagão 1Leitura no Vagão 2

Fotos: facebook.com/leituranovagao

O Leitura no Vagão é um projeto de Difusão Cultural do Livro, incentivo à leitura e divulgação de livros. Recentemente, a editora JHS Publicações doou 2 exemplares dos seus dois livros mais vendidos para compor o acervo.

Com o slogan: “incentivar a leitura em nossos vagões. Assim, além de viajarmos fisicamente, estaremos viajando mentalmente.” o projeto vem adquirindo o reconhecimento das pessoas que se entretem durante as viagens de ida ou volta do trabalho. Ao invés de ficar no celular tentando preeencher os momentos de “solidão”, melhor viajar nas páginas de um bom livro, ler romances, poesias, ou mensagens de paz e esperança, além de reflexões!

Leitura no Vagão_logLogomarca do projeto

 

O autor do projeto é Luís Fernando Tremonti. A ideia é estimular a leitura em um ambiente onde muitos consideram a passagem do tempo como “perdida”. Tudo consiste em deixar livros disponíveis para que os viajantes peguem e leiam e depois devolvam, formando um círculo de leitores.

Uma iniciativa louvável diante das dificuldades de acesso ao livro e de pouco hábito de ler, ter sempre alguém que dê aquele empurrãozinho é meio camiho andado. Parabéns a toda a equipe!

Curta Leitura no vagão no FACEBOOK efique por dentro das novidades!

terça-feira, 21 de julho de 2015

X ENCONTRO DE ARTISTAS DE JAPARATUBA aconteceu dia 18 de Julho de 2015

IMG-20150718-WA0006IMG-20150718-WA0018IMG-20150718-WA0007Participação de Poetas e Artistas

Tendo início às 14 horas e finalizado próximo das 17 horas, o X ENCONTRO DE ARTISTAS DE JAPARATUBA  contou com os artistas Bomfim da Capoeira, Gibras, Jota Erre, Tuba e Flávio Hora compartilhando ideias e degustando poemas diversos.

Entre as pautas, estavam a Formação do Grupo de Artistas e a consolidação da Antologia Literária CANTOS E CONTOS DA TUBA – um projeto da editora JHS Publicações em parceria com os artistas e amantes das letras de Japaratuba.

O Lançamento de uma antologia visa consolidar a classe literáriadisponibilizando para o público as obras ou parte delas de escritores já conhecidos, mas, sem material publicado em livro.

O projeto tem como um dos  fundamentos a Lei 10.753 de 30 de Outubro de 2003, que criou a Difusão Cultural do Livro. E apesar dos avanços do mercado editorial, nosso município ainda precisa avançar e muito nesse setor.

Desde que o projeto começou que estamos em busca da união e já realizamos dez encontros a fim de manter firme essa luta em prol de uma classe sem representatividade no meio social.

FIM DE PRIMAVERA: Lançamento de 2015 do Escritor Japaratubense

 

Fim de Primavera - Copia Capa do livro

 

Com 8 livros publicados, nacional e internacionalmte, F. J. Hora se destaca na produção literária de Japaratuba. Tendo recentemente lançado um livro e a primeira editora da cidade.

O livro Fim de Primavera já está disponível para vendas nos sites abaixo:

CLUBE DE AUTORES

AMAZON

Resumo: Sabe aquele momento da vida, onde o amadurecimento nos faz refletir sobre a infância e juventude, ou seja, tudo que construimos como valores e experiências para seguir em frente o nosso caminho?

Fim de Primavera seria uma metáfora ao fim da juventude? Talvez, essa juventude física, esse tempo de flores que nos deixam eufóricos e nos fazem pensar no futuro de forma dolorosa!

Mas, o poeta diz que o "o fim da primavera para ele/E o recomeço..." do que não viveu ainda. Então, é o fim de uma primavera e a espera de outra? Amores, paixões, aventuras da juventude. Trabalho, família e a procura de sair da rotina...

E a solidão, pode ser a companheira e a saudade o único consolo de um tempo bom, ou, que podia ter sido bom. O poeta fala com a alma para tocar a sua alma! Imperdível!

Prefácio: Após Cantos da Nova Idade, inspirado no tema do XVII Festival de Poesia Falada Poeta Garcia Rosa, de Japaratuba, em meados de Agosto do mesmo ano, 2013, a musa despertou com os saudosismos do que F. J. Hora intitulou de Fim de Primavera. Coincidentemente, o primeiro poema escrito em quatro quartetos, estrutura poética opcional, em alusão ao soneto, é homônimo ao título da obra. O poeta conclui que, na verdade, não é o fim, mas, “o recomeço do que não vivi ainda”. Não só nessa obra, como também em outras, os poemas são reflexivos e cheios de flashbacks, pois, o eu-lírico está embriagado pela saudade e cheio de expectativas para viver novas paixões ou quem sabe novos amores. Com o fim da primavera renasce a esperança de uma nova, assim como é o ciclo da vida e, por isso, o eu-poético está sempre em busca de si mesmo. Como sempre, sua meta é imprimir nas páginas poéticas o modelo de vida. Nesse meio termo entre a primavera da vida e a estação do ano peculiar, o autor consegue prever e ao mesmo tempo acompanhar o auge do inverno, pois, a obra é iniciada em 18 de Agosto, passando pela primavera, até o dia 10 de novembro, quando é cessada a temática do livro e iniciada agora a crítica literária típica do poeta pensadorista. Já às portas de 2014, o ano vindouro, o artista dos eu tempo consegue resistir às intempéries que impedem o fluir do ato poético como o barulho e o estresse da vida moderna. É no campo que o poeta consegue desenvolver seu raciocínio e libertar-se das amarras do mundo dito civilizado. Embora saiba que a poesia seja um instrumento de elevação da beleza das palavras, sua intenção é fazer com que o leitor acorde para as ilusões da vida em detrimento do modelo de vida original que se levado às últimas consequências pode ser considerado utópico. É nesse universo de experiência dos 27 anos do escritor que desponta para o amadurecimento do fazer poético, que o fim de primavera em sua vida contrasta com o renascer da estação primavera, pois, sempre está atento a tudo o que a juventude representa e os passos que damos na vida começados nesse período. Portanto, Fim de Primavera é o momento de descoberta de si mesmo, onde o eu-lírico começa a registrar a sua linha do tempo. É guiado por essa temática que ele consegue entender tudo o que representou a poesia na sua infância, mesmo sem ter despertado para a poesia escrita. E esse processo mostra que F. J. Hora nasceu poeta, mas, só aos 12 anos de idade a pena passou a ser sua companheira.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Editora de Japaratuba lançará Antologia em Junho

 

Antologia_Literária_coverSugestão de Capa

A JHS Publicações, primeira editora de Japaratuba lançará sua primeira Antologia em Junho desse ano.

Confira a Proposta aqui:

1. No geral, mesmo as grandes editoras não contemplam novos escritores com apostas no potencial do artista brasileiro. São muito caros os seus pacotes de impressão, chegando a ser preferível os sacrifícios que fazemos para alavancar uma obra com altas tiragens.

2. O que falta? Que as editoras percam esse medo de correr riscos diante da brilhante produção que temos no Brasil.

3. Recentemente, tivemos uma grande prova de que a atual válvula de escape para os novos escritores é uma ferramenta poderosa: a auto publicação. Foi assim com 50 Tons de Cinza produzido de forma independente por E. L. James e publicado num site de menos repercussão do os que temos em nosso país. À partir do empenho e luta do seu autor foi que as grandes editoras passaram a acreditar e fazer dessa obra um best-seller.

4. Na auto publicação, a editora é o que menos importa. Porém, se aliada a essa ferramenta se torna não só comercialmente mais competitiva como legalmente estabelecida.

5. Hoje, temos em mãos uma editora. E em um click o livro pode ser publicado e com outro pode estar fisicamente nas mãos de seu leitor, tudo via internet e correios.

6. JHS Publicações tem uma responsabilidade social e como tal pretende publicar todos os autores de Japaratuba. A Antologia é uma forma legítima de fazer um trabalho abrangente e coletivo. Não queremos aqui impor condições, mas, dar suporte para que a coisa aconteça.

7. Dentre outras sugestões, automaticamente, todos os livros publicados pela editora, com chancela do autor, principalmente as antologias, serão imediatamente publicadas no site de vendas sem custo para ambas as partes.

8. Os interessados em adquirir seus exemplares poderão acessar o site de vendas e comprar quantas unidades desejarem, ou à vista, ou parcelado em até 12X nos cartões de crédito.

9. O segundo passo, sugerimos, seria a divisão dos autores em pequenos pacotes de impressão.

· 1000 exemplares para 10 participantes da antologia, ficaria, hipoteticamente, R$ 300,00 para cada um.

10. A sugestão é de começar a edição agora dia 21 de Março, com as respectivas condições:

· Antologia Literária: Cantos e Contos da Tuba;

· 3 laudas por poeta ou literato – obra representativa do estilo, minibiografia e foto 1600X1200megapixels.

· Entrega do material à editora pelo autor: até 27 de Março de 2015;

· Registro da obra e do livro: à partir do dia 20 de Abril de 2015.

· Publicação e Lançamento online: dia 27 de Abril de 2015;

· Início das pré-vendas e campanha de arrecadação de fundos e divulgação da obra já publicada e à venda em todo o Brasil.

· Escolhas dos pacotes de impressão da editora para lançamento dia 20 de Junho de 2015, às 19 horas na Câmara Municipal.

quarta-feira, 11 de março de 2015

SAIBA COMO DOAR E AJUDAR NA DIFUSÃO CULTURAL DO LIVRO

 

Campanha

 

DOE AQUI

Por Flávio Hora

Fim de Primavera - Amores e Paixões é um projeto oriundo de uma campanha em torno de reunir artistas e poetas de localidades onde o acesso à publicaçõ de livros é difícil. Atualmente, desenvolvemos trabalhos voltados para a inclusão editorial, uma forma de fazer com os novos autores consigam publicar seus livros.

Os esforços estão dando resultados, pois, publicamos já dois livros e criamos uma editora. Os recursos são provenientes de empréstimos que ainda estamos pagando. E, como todo novo autor, nosso objetivo não é ganhar dinheiro, mas, divulgar de forma competitiva o nosso trabalho e alavncar os demais!

Paralelo a esse projeto pessoal, temos uma proposta de publicação de uma antologia. Dessa form queremos incentivar e ao mesmo tempo tornar conhecidos esses poetas. Na verdade, é uma forma de levantar dados sobre a produção artística.

Anterior a esse projeto publicamos com sacrifício dois livros. Enviamos projetos para instituições públicas das esferas federal e municipal, mas, não obtivemos resposta.

Dia 26 de Setembro lançamos o primeiro livro da editora criada por nós para facilitar o registro e divulgação das obras. E dia 07 de Março, o segundo livro foi publicado também com recursos de seus autores. Porém, trazemos a proposta de alavancar os demais novos autores interessados. 

Atualmente, contamos com uma equipe de 4 pessoas envolvidas nessa luta.

A publicação de Fim de Primavera é o 4º passo, mesmo que sem independência financeira e, por isso, necessitamos do apoio da sociedade que ama a cultura e tem prazer de ver o nosso país crescer em educação.

O valor será destinado à impressão do livro e à campanha de incentivo à produção, edição, publicação e comercialização de livros, conforme Lei 10.753 de 30 de Outubro de 2003.

Sou Flávio Hora, de Japaratuba, Sergipe, atuo sobre o nome artístico F. J. Hora, comecei a escrever desde 12 de Abril de 1998. Somente em 2012 consegui editar e imprimir apenas 40 exemplares do meu primeiro livro: Poesia do Novo Tempo. 

Em 2014 comecei o processo de autopublicação pelo Clube de Autores, fazendo com que em Maio desse mesmo ano tentasse reunir os artistas para se fazer um grupo de cooperação para que todos pudessem publicar seus livros, porém, não mostraram interesse, por causa da cultura de que só os poderosos podem patrocinar.

Atualmente, tenho oito livros publicados no site Clube de Autores e preciso lançar meu 4º livro para poder alavancar meu trabalho a nível estadual e nacional.

RECOMPENSAS:

R$ 10                   agradecimento nas redes sociais ou PDF do livro

R$ 25                    livro físico autografado

R$ 50                   livro físico + livro Cantos da Nova Idade

R$ 75                    livro físico + livro Cantos da Nova Idade + evento de lançamento

R$ 100                 kit com 5 livros

quinta-feira, 5 de março de 2015

LIVRO DE GIBRAS SERÁ LANÇADO DIA 07 DE MARÇO

 

Capa de Reminscencia (453x643)Capa de livro

 

No dia 07 de Março de 2015, na Câmara Municiapal de Japaratuba, às 19 horas acontecerá o Lançamento do Livro de Gibras. O segundo lançamento da primeira editora da cidade.

Fruto de uma vasta experiênica intelectual, Reminiscencias é resultado de quase 50 anos de vida literária. O título significa “lembranças do passado”. Nada mais que um apanhado do cotidiano e das aventuras de um artista original.

Gibras foi o homenageado do Festival de Poesias do ano passado. Atualmente, é um dos mais engajados no processo de transparência e organização que contemple resultado justos no evento que apresenta a poesia, mesmo que uma vez por ano, à comunidade japaratubense.

A obra a ser lançada não conta com patrocínio, nem participação do poder público. Trata-se de uma produção independente com o intuito de cumprir a lei 10.753 de 30 de Outubro de 2003, que institui a Política Nacional do Livro.

O livro será vendido por apenas R$ 10,00 – preço acessível ao público em comparação com o preço de mercado que gira entre R$ 15 a R$ 20.

domingo, 11 de janeiro de 2015

SONHOS ESQUECIDOS já está disponível para vendas

 

Sonhos - CopiaCapa do quinto livro de F. J. Hora

Sonhos Esquecidos é o quinto livro, será lançado em 2016. porém a obra já se encontra disponível para vendas.

COMPRE AQUI

Trata-se de uma obra do gênero épico, pois, narram episódios da vida do autor. São fatos que o poeta viveu ou sonhou viver.

Em síntese, Sonhos Esquecidos é tudo o que o poeta ou eu-lírico viveu ou sonhou viver. Os amores, as paixões e os desejos que povoam a sua lembrança.

A memória da infância e da adolescência, alimentam a sua idade adulta em busca da realização desses sonhos que como um todo guarda sempre uma esperança.

A arte tem essa garantia de que tudo é possível e que o "mundo do faz de conta" é apenas uma faceta da nossa alma, pois, através dela, temos a chance de experimentar as sensações que seriam impossíveis ao ser comum, despido de poesia.

Características da Obra:

1. Nostalgia: O poeta revive fatos da sua vida;

2. Autobiografia amorosa: o autor narra com lirismo suas paixões e seus amores;

3. Lirismo: apesar de ser narrativo, há cenas e versos carregados de altas cargas líricas;

4. Realidade e Fingimento Poético: A vida do poeta como ela foi e como deveria ter sido;

5. Amor Sensual, Carnal e Erótico: A paixão contrasta com o amor, os conceitos de corpo de desejo e espírito de amor são reforçados.

 

TRECHOS DA OBRA:

 

“…Que saudade sinto da terra

Do roçado, das brincadeiras

Em que o mundo era pequeno

E hoje em dia o veneno

Das meninas mais traiçoeiras

Que sem amar vai se perdendo.

(…)

Ora, a juventude florescia

E o amor por ali se disfarçava

Por fim, achei que já sabia

Que cara o amor se mostrava

E caímos então na monotonia

De uma paixão que só aumentava…”